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SEJAM SEMPRE BEM VINDOS!
"...quero chamar a atenção de quem pretende emagrecer,tudo envolve uma verdadeira mudança de filosofia de vida, novas visões, novos objetivos, novos comportamentos."



"SEM ESFORÇO NÃO EXISTE RESULTADO"



"EU QUERO,EU POSSO,VOU CONSEGUIR"

use como um mantra...boa sorte!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Ganho de peso após cirurgia bariátrica - Será que isso é possível?!
 
 
Lendo sobre o assunto, resolvi postar alguns itens interessantes para que possamos evitar alguns "pecados" pós gastro.
A cirurgia bariátrica (também conhecida como cirurgia de redução do estômago) costuma cursar com importantes resultados na perda de peso e na qualidade de vida dos pacientes. No entanto, muitos pacientes estranham quando são alertados que, se não tomados os devidos cuidados, poderá haver importante ‘re-ganho’ de peso após a cirurgia. Isso ocorre porque a obesidade é uma doença crônica, que ainda não possui cura apesar dos grandes avanços da medicina atual.
O principal estudo científico sobre os resultados da cirurgia bariátrica em longo prazo é conhecido como SOS (Swedish Obese Study). O estudo SOS demonstrou que ao longo do tempo, os pacientes tendem a recuperar parte do peso perdido após a cirurgia.
Foi demonstrado que após 2 anos da cirurgia, ocorria a maior perda de peso, cerca de 70% do excesso de peso; após 5 anos da cirurgia, metade dos pacientes operados ganham 20% do peso perdido; após 10 anos da cirurgia, apenas um terço dos pacientes mantêm o peso perdido nos primeiros 2 anos.

Quando dizemos que a cirurgia teve sucesso?
O corpo humano não funciona como uma máquina. Nosso organismo não pode ter seu comportamento previsto em simples fórmulas matemáticas. Existem diferentes formas de se avaliar o sucesso da cirurgia, mas cada caso deve ser avaliado individualmente.

Considera-se sucesso na cirurgia quando:
•Paciente perde 35 a 40% do peso total inicial após 2 anos da cirurgia ou
•Paciente perde 50% do excesso de peso em relação ao peso ideal após 2 anos da cirurgia

Quais fatores facilitam o ‘re-ganho’ de peso após a cirurgia?
1-Transtornos alimentares: compulsão alimentar, compulsão por doces, síndrome do comer noturno, dentre outros, são transtornos psicológicos que correspondem à principal causa de obesidade; após a cirurgia, se não devidamente diagnosticados e tratados, levam ao re-ganho de peso.
2-Baixa adesão ao acompanhamento clínico e nutricional: as reavaliações com o Endocrinologista e Nutricionista são fundamentais para se ajustar o tratamento dietético com as condições clínicas do paciente. A falta de proteína, por exemplo, leva à atrofia muscular, ganho de gordura e baixa resistência imunológica.
3-Baixa adesão à atividade física: quem se submete à cirurgia pensando que não haverá necessidade de mudar hábitos irá ficar decepcionado em pouco tempo. A falta de exercícios diminui a taxa metabólica, que é a capacidade de queimar gorduras. Exercícios regulares deverão ser realizados por toda a vida.
4-Má informação do paciente: entender que a cirurgia não é sozinha a solução mágica para a obesidade é muito importante. A falta de informação do paciente, falta de cooperação ou ainda a vergonha de retornar ao acompanhamento por estar ganhando peso novamente, faz com que muitos pacientes percam praticamente todo o resultado da cirurgia.
5-Modificações no organismo após a cirurgia: com o passar do tempo, o estômago e intestinos no paciente operado passam por algumas adaptações que permitem ao organismo absorver mais gorduras e açúcares; ocorre dilatação do estômago, diminuição da saciedade (pode ocorrer logo no sexto mês de operado), aumento das vilosidades intestinais (passam a absorver melhor alimentos calóricos).

Por Dr. Tarcísio Narcísio Silva – Médico Endocrinologista e Metabologista
Obesidade: sua cabeça está pronta para a redução de estômago?

Todo ano milhões de brasileiros são submetidos a cirurgias de redução de estômago ou cirurgia bariátrica. O histórico é sempre o mesmo: depois de várias tentativas sem sucesso para emagrecer, tomamos uma decisão que pode ser radical: fazer a cirurgia de redução de estômago.

Algumas pessoas encaram a gastroplastia como uma ‘mutilação’, loucura, falta de vontade etc. A verdade é que somente quem é obeso mórbido sabe o quanto é importante e necessário um procedimento como este. A pessoa que se propõe a uma cirurgia de grande porte como é o caso da cirurgia bariátrica, não precisa emagrecer 10 ou 20kg. Na grande maioria dos casos (e eu torço que realmente seja isso), a necessidade de ter mais saúde vem junto com a necessidade de emagrecer 30, 40, 60kgs. É fácil julgar, mandar comer menos e dizer que você SÓ tem que emagrecer 30kg. Sabe quanto é 30kg? Pelo menos 6 pacotes de arroz!!! Não é pouco não e menos ainda, fácil de se conseguir, porque na maioria das vezes a obesidade severa vem associada com outras doenças como: pressão alta, dificuldade de locomoção, dores nas juntas do corpo etc.

A cirurgia de redução de estômago salva muitas vidas quando é indicação é feita com critério e o paciente, tem um acompanhamento com uma equipe multidisciplinar. Em alguns casos, isso não ocorre, porque infelizmente as pessoas procuram a forma mais fácil de resolver as coisas. Preferem decidir hoje a fazer a cirurgia, em uma semana estar com exames prontos, marca a cirurgia e paga por ela e na outra semana, a pessoa está operada, emagrecendo e totalmente insatisfeita com tudo, porque não esperava que tivesse que passar pelas fases líquidas, pastosas e sólidas. O despreparo também por parte de pessoas que se submetem à cirurgia através de planos de saúde é imenso. Todos os dias converso com pelo menos 5 pessoas que não tem qualquer suporte psicológico ou nutricional e por aí, vai se esbarrando nas dificuldades de manter uma alimentação balanceada.

A cirurgia de redução de estômago é vista como o pote de ouro. A redução de estômago NÃO vai mudar sua vida, mas se você mudar a sua vida, com certeza a cirurgia vai te ajudar.

1) Não será fácil
É muito tentador achar que a cirurgia será uma cura mágica. Na verdade, o sucesso depende de muita determinação do paciente para seguir as recomendações alimentares e se adaptar aos novos hábitos

2) Os resultados não serão imediatos
Normalmente, o resultado e a perda de peso total é vista depois de 1 a 2 anos da cirurgia. Portanto, não ache que vai sair do centro cirúrgico magra.

3) A cirurgia não vai mudar sua relação com a comida
Costumo dizer que a cirurgia é uma ferramenta, que com o tempo, vai precisar de alguns reparos e quem fará isso é o próprio paciente. Não adianta achar que fez a redução de estômago que nunca mais vai engordar, que vai poder comer tudo e na quantidade que sempre comeu. Mentira! Acredite, a compulsão alimentar não vai deixar de existir porque seu estômago foi reduzido.

Por isso e outras coisas, sempre falo e bato na tecla da importância do acompanhamento pré e pós-cirúrgicos com profissionais da psicologia e nutrição. Sem isso, é fato que haverá consequências: depressão, distúrbio de imagem (quando a pessoa não se vê realmente como ela é), substituição de prazeres como chocolate por sexo, compras compulsivas, maior ingestão de álcool etc.

4) Você não vai virar uma top model
Não faça a cirurgia achando que vai emagrecer e ficar como uma modelo e sem necessidade de plásticas reparadoras. São raros os casos que isso acontece. Tire da sua cabeça o padrão de beleza que a mídia impõe, porque é algo inatingível, além do mais, você pode realmente ficar desapontada com a flacidez pós-emagrecimento. Não espere milagres!

Fonte:Site: magraemergente.com
 
 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Estou de férias...ai já viu né!em casa ou passeando por ai com muitas guloseimas dando bobeira. Mas estou sendo forte, firme e forte, é um barato saio com minha lancheirinha ou compro alimentos que estão em meu cardápio, é claro de vez em quando como uma coisinha por que ningém é de ferro e radicalismo acredito que não funciona. Tô atualizando o blog sempre, postando coisas interessantes, não deixei que acordar cedo pra ir a academia, levei um susto quando me pesei hoje, não emagreci nadinha! Mas o instrutor da academia me disse que a gordura está se transformando em massa magra, a endocrino já tinha me falado que a musculação é assim, quem não vai gostar nadinha e a nutri, tenho consulta dia 18/07, vamos ver o que vai dar. Na sexta dia 13/07 irei na palestra "dos copinhos", onde aprendemos a quantidade e como se alimentar após cirurgia. Ai! não é nada fácil, mas tenho que ter fé e continuar me esforçando. SEM ESFORÇO NÃO EXISTE RESULTADOS!
Priscila Bruno

terça-feira, 10 de julho de 2012

Exercícios físico.

 
O exercício físico é de extrema importância para todos indivíduos para manutenção ou promoção de saúde, ou seja, aquele indivíduo que goza de plena saúde deve praticar exercícios físicos para que, no futuro, tenha menores probabilidades de que esses apareçam. E para quem já apresenta algum problema de saúde, pode achar na prática de exercícios físicos uma maneira de conviver com a doença com melhor qualidade de vida. Portanto, o indivíduo que se apresenta com obesidade e se submete a uma cirurgia bariátrica pode buscar um emagrecimento mais saudável se no pós-operatório praticar exercícios físicos.
Um programa de exercícios para ser completo deve ter:
*Trabalho aeróbio (caminhadas, pedalagem, hidroginástica…)
*Trabalho de força (musculação)
*Trabalho de flexibilidade (alongamentos).
Este tipo de programa para pacientes no pós operatório vai trazer benefícios, como:
1. Redução da Gordura Corporal-devido ao aumento do gasto energético e da conseqüente queima de calorias, ocorre uma maior diminuição das reservas de gordura corporal;
2. Diminuição da Perda de Massa Muscular-efeito esse de grande utilidade nos programas de emagrecimento, pois nesse processo, quando a perda de peso é muito drástica, pode haver uma diminuição da massa muscular;
3. Manutenção e Aumento do Metabolismo-decorrente do aumento de massa muscular, pois a mesma é responsável pela maior parte do metabolismo orgânico;
4. Minimização da Ansiedade e da Depressão- indivíduos com tendência a ansiedade e depressão são beneficiados pela liberação de substâncias calmantes e relaxantes durante os exercícios. As endorfinas, aumentadas no organismo, ajudam na diminuição da hiperatividade.
5. Controle da Pressão Sanguínea-com o aumento da circulação e da quantidade de vasos sangüíneos, os exercícios físicos ajudam tanto no controle de pressão alta como baixa.Com um acompanhamento médico correto, exercícios físicos de baixa a moderada intensidade podem facilitar a manutenção de uma boa pressão arterial.
6. Melhoria da Função Cardiorespiratória-o fortalecimento do coração e pulmão através do exercício físico é de extrema importância, pois o indivíduo obeso geralmente tem a função desses órgãos prejudicada.
Entre outros benefícios, esses são comuns a todos os indivíduos, sejam eles operados ou não.A partir desse momento(pós operatório), precisa existir uma conscientização de que os hábitos alimentares vão mudar e, junto disso, deve haver mudança de ESTILO DE VIDA, no qual está incluída a prática de exercícios físicos, e isto é para o resto da vida, pois se o indivíduo voltar aos hábitos anteriores, a cirurgia pode não ter sucesso.

Fonte: jvanguarda

Fonte:Logo


"Eu estou me preparando desde já, estou fazendo da musculação um hábito diário...acordo ás 05:30 para ir a academia, um saco... já não acho mais. Estou adorando! Rumo aos meus 65 kg."
Priscila Bruno.

Água de coco...Eu odiava!

Com todas essas mudanças, uma delas foi aprender a beber água de coco. Eu simplismente odiava, chegava a me dar ânsia de vômito a bendita, mas tudo é esforço e superação... aprendi a beber e até começei a gostar. Questão de necessidade mesmo, sempre a nutricionista fala da importância dela, muitos pacientes relatam que a primeira coisa que receberam pós cirúrgico foi ela, então... não tive muita opção!
Bem vinda companheira a minha nova vida!

Água de coco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Água-de-coco é o sumo natural contido no interior do coco, o fruto do coqueiro. É rico em potássio, com poucas calorias, muitos nutrientes, livre de gordura e com alto poder reidratante. Ajuda no bom funcionamento do intestino e no metabolismo alimentar e é uma bebida diurética. Foi bastante utilizada na Segunda Guerra Mundial nas batalhas Americanos versus Japoneses como Soro Fisiológico.
Em áreas tropicais e quentes, principalmente em balneários e cidades litorâneas, é consumida como bebida refrescante.

Composição nutricional

Tabela Nutricional – composição para 200 ml               
  • Valor calórico: 40 kcal
  • Fósforo: 10 mg (0,7% R.D.A.)
  • Cálcio: 40 mg (5% R.D.A.)
  • Sódio: 40 mg (3,2% R.D.A.)
  • Magnésio: 10 mg (3,2% R.D.A.)
R.D.A.= Dose diária recomendada.

O QUE MUDA PARA O PACIENTE OPERADO PELA TÉCINICA DE FOBI-CAPELLA?



"Por isso tanta mudança de hábitos, preparação, palestras, consultas... não é nada fácil"
Priscila Bruno.

O QUE MUDA PARA O PACIENTE OPERADO PELA TÉCINICA DE FOBI-CAPELLA?  
Como essa modalidade é basicamente restritiva o paciente deverá entender que seus hábitos alimentares deverão ser modificados definitivamente.
 
1. Diversificar os alimentos e seguir as orientações do nutricionista. Os alimentos deverão ser bem selecionados segundo critérios nutricionais e não somente pelas preferências do paciente ou pelo sabor. O volume final de um bom almoço é de aproximadamente 300gr. Se o paciente operado insistir em comer apenas um tipo de alimento ele ficará saciado e não existirá espaço para outras variedades de nutrientes também importantes.
2. A mastigação deverá ser exemplar. Alimentos sólidos devem ser bem triturados na boca antes de ser deglutidos. Um pedaço grande, seco e fibroso de alimento poderá impactar no anel e acabar provocando vômitos.
3. Evitar alimentos líquidos e pastosos com muitas calorias. A cirurgia de Fobi-Capella não impede que dietas líquidas passem facilmente pelo anel. A saciedade não é percebida, pois o líquido passa rapidamente para o intestino sem distender as paredes do pequeno estômago. A hidratação dos pacientes fica facilitada mas se produtos como chocolates, doces, mingaus, leite condensado, cervejas, refrigerantes, sorvetes, pudins forem utilizados com freqüência o paciente pode não emagrecer ou até voltar a engordar.
4. Não beliscar. As refeições principais devem ser privilegiadas. Café da manhã, almoço e jantar bem balanceados são a garantia de um emagrecimento adequado e saudável. Quando se “belisca” as guloseimas não repletam o novo estômago e por isso não causam saciedade. Por esse motivo o paciente beliscador acaba repetindo este ato por várias vezes no dia e quando somamos todas as calorias ingeridas nessas beliscada no decorrer de 24 h acabamos descobrindo que a obesidade poderá voltar. Além de qualidade nutricional inferior, as guloseimas beliscadas tiram o apetite do paciente impedindo que ele faça um almoço ou um jantar adequado.
5. Muita calma e paciência nas refeições. Comer depressa não mais será possível. Comer devagar, pausando entre uma garfada e outra, mastigando bem e saboreando os alimentos passará a ser um novo hábito. Uma refeição principal deverá demorar aproximadamente 30 minutos e com cerca de 300gr o paciente deverá se sentir saciado.
6. O emagrecimento é gradativo, dura em média 12 meses, quando então se estabiliza em um patamar aproximadamente 40% menor em média. O resultado depende das condutas do paciente. Mudanças corporais, de hábitos, psicológicas, sociais e até na esfera familiar poderão ocorrer de forma variável assim como a obesidade também interfere de forma variável na vida de pessoas diferentes com histórias diferentes. 

DÚVIDAS MAIS COMUNS QUANTO À CIRURGIA NA TÉCNICA DE FOBI-CAPELLA
  1.  Tempo médio de duração de 2 h de cirurgia. 
  2. Anestesia é geral.
  3. O material dos grampos é de titânio e permanece inerte no paciente, sem reações.
  4. O anel é de silicone e também não provoca “rejeições”. Raros casos de deslizamentos e migrações podem ocorrer (aproximadamente 3 %).
  5. O anel não se alarga com o tempo.
  6. O pequeno estômago não volta a ficar grande com o tempo.
  7. O novo estômago não pode ser confeccionado "um pouquinho maior" justamente para se evitar o retorno da obesidade.
  8. Não se retira nenhum órgão nessa cirurgia.
  9. A cirurgia é potencialmente reversível.
  10. O grande estômago residual isolado passa a ter certa proteção e não apresenta úlceras ou tumores além das expectativas.
  11. O estômago isolado não atrofia.
  12. O estômago isolado não mais será avaliado por endoscopia.
  13. Complicações e até óbitos podem ocorrer apesar de todos os preparativos e de todas as precauções tomadas.
  14. O emagrecimento é gradativo e se estabiliza em aproximadamente 12 meses desde que o paciente siga as orientações.  
  15. A perda de peso média é de aproximadamente 40% do peso inicial do paciente
  16.   O paciente não emagrece indefinidamente. O equilíbrio no peso inicial é conseguido com as orientações da nutricionista.
  17.  A maioria dos pacientes não persiste com vômitos. Os vômitos só serão freqüentes se o paciente insistir em erros antigos e continuar a comer depressa e sem mastigar. 
  18. Um comprimido polivitamínico diário, pelo resto da vida, deve ser tomado para completar a nutrição dos pacientes operados. 
  19. Exames laboratoriais periódicos ( a cada 3 meses no início) devem ser realizados.


Farei a cirurgia Fobi Capella por vídeo:

DETALHES SOBE A CIRURGIA DE FOBI-CAPELLA
 “Cirurgia de redução do estômago”, “Bypass gástrico com derivação em Y-de-Roux”, “gastroplastia redutora com derivação intestinal” são alguns nomes também utilizados para identificar essa modalidade de cirurgia bariátrica que foi aperfeiçoada nos Estados Unidos , na década de 80, pelos médicos Dr.Mathias A. L. Fobi e Dr. Rafael Capella.
No Brasil a técnica foi difundida já com uma forte referência aos médicos que a idealizaram e por isso a tendência é sempre mencionar “Cirurgia de Fobi-Capella”.
Como o resultado final desse tratamento depende diretamente das condutas do paciente devemos sempre lembrar que uma preparação adequada com um responsável trabalho de equipe é tão importante quanto o próprio ato operatório. Uma indicação cirúrgica precisa, esclarecimentos e preparação pelo nutricionista, orientações e abordagens da psicologia compõem um cenário de sucesso. A continuidade de seguimento no pós-operatório corrige e apóia o paciente em dificuldades que possam aparecer.
Trata-se de uma técnica mista ( modifica o estômago e o intestino) com um caráter gastrorestritivo (redução do tamanho do estômago)bastante predominante sobre o pequeno efeito disabsortivo( redução do trânsito intestinal pelos alimentos). O emagrecimento se deve principalmente pelo fato do estômago do paciente operado ficar pequeno com capacidade apenas para pequenas porções de alimentos de cada vez ( aproximadamente 50 ml). O desvio de aproximadamente 150 cm do intestino delgado também ajuda no emagrecimento do paciente mas sem prejudicar a nutrição já que ainda existirão, aproximadamente, mais 4 m de intestino intactos para uma boa absorção de nutrientes e calorias.
É considerada uma cirurgia de grande porte realizada em um paciente complexo e de risco ( todo o obeso mórbido deve ser considerado uma paciente grave). A anestesia geral é praticada por uma anestesista experiente com equipamentos adequados que vão monitorar vários dados do paciente durante a cirurgia ( pressão sangüínea, oxigenação do sangue, CO2, funcionamento cardíaco,etc.). O paciente não tem nenhuma consciência durante o ato cirúrgico e não sente nenhuma dor.  

  RESUMINDO:
    O ESTÔMAGO ORIGINAL É DIVIDIDO EM DUAS PORÇÕES. O NOVO ESTÔMAGO SERÁ PEQUENO E RECEBERÁ O ALIMENTO. UM ANEL DE SILICONE “ABRAÇA” O NOVO ESTÔMAGO E CONFERE A ELE UM ASPECTO DE AMPULHETA. O INTESTINO FINO É TAMBÉM DIVIDIDO E SOFRE UM DESVIO (bypass), SENDO LIGADO AO NOVO ESTÔMAGO. 

EFEITO PRÁTICO DA CIRURGIA:
O alimento bem mastigado chega ao novo estômago e o repleta com aproximadamente 50 ml. Nesse momento o paciente experimenta uma sensação de plenitude, de saciedade pela própria distensão das paredes dessa pequena bolsa gástrica. Aos poucos, o alimento vai sendo empurrado através do anel para a alça intestinal alimentar. O bolo alimentar segue para baixo e chega o momento em que os sucos digestivos provenientes do grande estômago isolado, pâncreas e fígado e que são trazidos pela outra alça intestinal se encontram dando início então, ao início da absorção dos nutrientes pelo restante do intestino fino intacto.   

 Fonte:http://www.clinicaagir.com.br/detalhescirfobi.html
      
video

O que é e como é feita:
 A cirurgia por videolaparoscopia consiste na introdução de uma microcâmera e pinças através de portais (trocateres) colocados na cavidade abdominal por meio de pequenas incisões ou punções.
 










 Vantagens e benefícios:  
 A cirurgia laparoscópica também chamada de minimamente invasiva oferece uma série de vantagens sobre a cirurgia convencional. Vem sendo aprimorada constantemente com novos aparelhos e pinças resultando em um melhor cuidado ao paciente cirúrgico.

As vantagens da laparoscopia sobre a cirurgia convencional: 

  • Menor dor no pós-operatório;
  • Menor tempo de internação;
  • Melhor resultado cosmético, com cicatrizes menores;
  • Retorno mais rápido às atividades rotineiras;
  • Menor índice de infecção de ferida cirúrgica;
 
Praticamente todos os convênios cobrem este tipo de cirurgia e não implica em um custo muito maior.
É possível realizar quase todos os tipos de cirurgia abdominal pelo método laparoscópico sendo considerado um avanço na cirurgia geral e do aparelho digestivo.
Finalmente, a cirurgia laparoscópica não é uma cirurgia experimental. Ela já é realizada e a mais de 20 anos em grandes centros médicos do mundo inteiro.

Fonte: http://drisaacwalker.site.med.br/index.asp?PageName=Videolaparoscopia

Tenho que dar o braço a torçer!

Tenho que dar o braço a torçer!Brigue,xinguei e tudo mais... Mas a melhor coisa foi ter passado por todo esse processo que é o protocolo da Amil,cada dia me sinto mais preparada para essa grande mudança em minha vida. Tenho lido bastante relatos na internet sobre pessoas mau preparadas que não obtiveram resultados e que tiveram pós operatório mau sucedidos, e por incrível que pareça cada dia mais conheço pessoas que passaram por todo esse complexo processo que é a cirurgia bariátrica e que não mudaram em nada seus estilos de vida, bem para mim isso serve de exemplo, exemplo de não seguir é claro...hehehe. Estou cada vez mais confiante rumo aos 65 kg. Estou amando ir a academia,minha alimentação mudou bastante, sempre tem uma escorregadinha, mas comecei a tomar água de coco que odiava, comer gelatina diariamente e substitui o chilete sem açúcar pelo chocolate, quando necessito muito de um chocolatinho como um bem pequeninho meio amargo. Que mudança né! Tudo isso graças a minha equipe médica, meu psiquiatra que não me liberava de jeito nenhum...hehehe...até minha ansiedade estar bem estabilizada, a minha psicóloga uma fofa, a endrocrino que sempre deu a maior força e a nutri, que é a mais chata, mas é o papel dela... Agora é só esperar a tão aguardada data, não deixando a peteca cair e eliminando mais alguns quilinhos até lá! Beijos, e torçam por mim...

EU ERA ASSIM...

EU ERA ASSIM...
pesava entre 55kg e 65kg que foi meu maior peso até então!

antes de engordar + - em 2000

VÍDEOS INTERESSANTES::

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Bye Bye Gordura

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